Valeapenalerdenovo #7


Livro da vez: Shadow Heir
Autor(a): Richelle Mead
Onde comprar: Cultura, Book Depository
Mais informações: Skoob

  • Porque ler Shadow Heir?
Apesar de, aparentemente, ser o último da série (o primeiro lançado aqui no Brasil como A Filha da Tempestade), vale muito a pena ler todos os livros até chegar nesse.
Estória muito contagiante, cheia de intrigas e mistérios;
Os protagonistas são fortes e criaturas interessantes;
Todos os detalhes são perfeitamente amarrados;
Há uma conexão muito bem construída e fluida entre os protagonistas;
A estória flui bem e passa bem rápido, com um ritmo perfeito, eletrizante;
O livro te atrai de maneira indiscutível;
Os links entre todos os livros é muito bem feito;
Os personagens amadurecem sem perder suas características iniciais;
Nesse livro, a relação entre os personagens vai muito além do sexo.


  • Porque não ler  Shadow Heir?
As capas são horrível;
É o último da série (até então!).



O que vocês acharam? Sua opinião é super importante para nós.
Boa leitura e até mais.

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Especial #3: Biblioteca Professor Osni Régis


Hoje trouxe para vocês um post diferente, mas sem um motivo especial, exceto que vou falar de um lugar que me encantou. Há uns dois anos vi um artigo em um jornal local da minha cidade que falava sobre uma biblioteca escondidinha em um canto bem inesperado da Florianópolis. Apenas pelas fotos me apaixonei pelo lugar e admito, mesmo com um pouco de vergonha, que mesmo depois desse tempo, ainda não pude visitar. Quer conhecer um pouquinho também?


Quinze mil livros de bordas amareladas descansam tranquilos no número 1344 da Avenida Mauro Ramos, no centro de Florianópolis. Olhos apressados passam reto pela placa que sinaliza, logo depois da igreja evangélica nababesca, a existência de um pequeno achado: uma biblioteca quase-pública (mas sem público) que guarda o acervo de uma vida toda. (Fonte)
 
Quem sai do pandemônio do resto da cidade e entra nos fundos da casa que esconde a biblioteca sente um leve deslocamento no espaço e no tempo. Não parece Florianópolis, nem 2010. O sol das 15h passa pelas vidraças e bate nas prateleiras cheias de clássicos de direito, sociologia, filosofia, história, teoria literária e literatura. No quintal, uma bananeira exibe um cacho verde. Volta e meia, um bem-te-vi pousa na grama. Só o que remete ao mundo lá de fora são dois computadores parados num canto. (Fonte)


O charme do lugar começa pela sua história. O acervo pertenceu ao político, professor e apaixonado por leitura Osni Régis. Após assistir My fair lady, estrelado por Audrey Hepburn, ele resolveu construir na sua casa uma pequena-semi-réplica da biblioteca que aparece no filme. Depois que morreu, em 1991, a família decidiu abrir o espaço ao público e criou a Fundação Prof. Osni Régis, que banca a manutenção de tudo com recursos próprios. (Fonte)


É ou não é de se apaixonar? Tenho certeza que a partir de agora vou precisar frequentar mais, já que o curso de Direito é mais um motivo. Para quem é de Florianpolis e quiser visitar:

Biblioteca Prof. Osni Régis, nº 1344, Avenida Mauro Ramos, Centro, Florianópolis
Horário de funcionamento: de segunda a sexta-feira, das 14h às 18h
Mais informações: (48) 3223 4833

E quem não é daqui, conhece algum cantinho de leitura tão aconchegante como esse?

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Top 10 Razões para querer Frostbite Graphic Novel

Não é segredo para ninguém aqui que eu sou louca pela série Academia de Vampiros da Richelle Mead. E um dia desses, olhando as novidades no Twitter, vi um link da autora para o seu blog, em um post nomeado "Top 10 reasons you need Frostbite Graphic Novel". Eu simplesmente adorei! Tudo bem que eu mudei um pouquinho a tradução no título do post, mas vale a pena conferir, por isso trouxe o post para cá ;)

 
Top 10 razões para querer o Graphic Novel de Aura Negra:



10. Porque os Ozeras gostam de colocar fogo nas coisas:


9. Porque Janine Hathaway tem um estilo interessante de maternidade:



8. Porque Dimitri faz a aprendizagem ser divertida:


7. Porque Spokane é, aparentemente, um esconderijo para vampiros do mal:


6. Porque explosões de aquários são subutilizadas como arma:


5. Porque mia está praticando algumas tiradas:


4. Por causa de, hmm... Mason:


3. Porque onde mais você encontrará tanta tensão sexual em um Honda?


2. Porque Rose tem algumas decapitações para fazer:


1. Porque Adrian é, bem... Adrian.



O Graphic Novel foi lançado no final de maio nos Estados Unidos, mas ainda não tem previsão para ser traduzido. Também não encontrei nenhuma informação sobre a edição do primeiro livro.

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Doce Traição - Alexandra Sellers

Sinopse: O que teria trazido Desiree Drummond ao desértico país do sheik Salah Al Khouri? Ele sabia que ela possuía motivos ocultos. Afinal, não fora sempre assim? Ele a havia deixado escapar antes, mas não cometeria o mesmo erro duas vezes. Um pedido desesperado havia levado Desiree de volta a Salah. Embora o homem que a olhava com olhos tão frios fosse muito diferente do jovem galante por quem se apaixonara, ela lutaria por seu objetivo: impedir seu casamento de conveniência... a qualquer custo! (Skoob)
SELLERS, Alexandra. Doce traição. Harlequin, 2010. 183 p.


Desi e Salah se conheceram no início de suas adolescências, e acabaram se apaixonando. Ele, de uma país islâmico, e ela, com ideais ocidentais, não viam na diferença cultural problema para o amor que sentiam. Mas essa diferença logo interferiu em seu relacionamento, e os desolou tudo o que eles haviam construído.

Dez anos depois, contudo, um pedido desesperado faz com que Desi vá ao encontro de Salah. Seu objetivo: seduzi-lo para impedir que ele se case. Ela, agora uma modelo famosa, tem ainda mais poder sobre os homens, e vai se usar disso para chegar a onde deseja. Desi só não esperava que a influência de Salah sobre ela fosse ainda tão forte, e que mais algumas noites de amor poderiam arrasar novamente com seu coração.

- É hora de deixar isso para trás - Ele continuou. - Temos uns poucos dias juntos. Quero enterrar o passado de uma vez por todas [...].
- E de que forma dormir comigo por alguns dias vai libertar seu coração? - ela finalmente perguntou.
- Não consigo tirá-la da cabeça, Desi, nem a lembrança daquele amor sexual que fazia a terra tremer. Nada se igualou a isso, mas é porque nada pode se igualar. Não se pode igualar nada a um sonho [...].
Ela queria dizer a ele como tinha sido para ela. A tristeza dilacerante, a ânsia infindável por aquela ligação de almas, a determinação de esquecer. [...] E o choque terrível de ver Salah novamente, de descobrir que o amor talvez ainda continuasse vivo. (Pág. 101)

Um leve romance de banca, Doce Traição, de Alexandra Sellers, fluiu tão rapidamente que quase não se vê passar. Com um narrador onisciente e bastante envolvente, é recheado de figuras de linguagem que conferem certa subjetividade às passagens do texto. Apesar de tratar de mágoas do passado do casal - tópico quase essencial nesse tipo de narrativa -, tudo é abordado de maneira tão positiva que, ao menos, não dá aquela sensação de estar se afogando em um mar de tristezas.

Gostei dos personagens principais, que eram bem construídos em comparação a outros romances assim. Uma coisa que chamou muita atenção era a ingenuidade presente em Salah, mesmo com a dureza que o sofrimento trouxe ao seu semblante, e eu gostei ainda mais do personagem por causa disso. Desi era uma mulher que aprendeu com a vida, mas que ainda carregava muito da garota que foi.

As figuras de linguagem que citei, no entanto, não foram tão enriquecedoras quando poderiam e, na maioria dos casos, pareciam enrolação sem nexo. Outra coisa não tão positiva é que as cenas pareciam seguir certa rotina, e já podia se prever o que eles fariam durante as manhãs, tardes e noites que se passavam.
Mesmo assim, trata-se de uma leitura rápida e gostosa para uma tarde chuvosa, como a que faz hoje por aqui. Não fará diferença para a vida de ninguém, a não ser deixar alguns românticos aos suspiros.

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Valeapenalerdenovo #6



Livro da vez: Filhos do Éden
Autor(a): Eduardo Spohr
Onde comprar: CulturaSaraiva
Mais informações: Skoob

  • Porque ler Filhos do Éden?
Estória muito contagiante, cheia de intrigas e mistérios;
Os protagonistas são fortes e criaturas interessantes;
Há uma conexão muito bem construída e fluida entre os protagonistas;
A estória flui bem e passa bem rápido, com um ritmo perfeito, eletrizante;
O livro te atrai de maneira indiscutível;
A narrativa é gostosa, se apegando aos detalhes certos, dando vazão à sua interpretação;
As explicações fazem sentido e apesar de todos os detalhes não percebi nada que não fosse bem encaixado;
É possível conhecer um pouco do que se passa com cada personagem sem que se perca o mistério;
Personagens misteriosos na medida certa te faz ficar pensando o que eles são na verdade.

  • Porque não ler  Filhos do Éden?
O início é um pouquinho chato;
Algumas coisas eram fantasiosas de mais;
Me senti em Velozes e Furiosos (apesar de não achar isso um defeito sim,mematem! mas muitas pessoas podem não gostar desse pequeno detalhe).


O que vocês acharam? Sua opinião é super importante para nós.
Boa leitura e até mais.

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Novidades #24

Semana cheia de novidades nos bastidores do Conjunto da Obra (hmm, que chique que está isso!). E vou tentar colocar vocês em dia com tudo, vamos lá!

1ª) O blog Conjunto da Obra agora é parceiro da autora Janice Diniz. Vamos conhecer um pouquinho mais da autora?



Janice Diniz nasceu em Porto Alegre. Estudou Filosofia e Letras. Em 2008, o conto "Não encontrei linha de costura nas Lojas Americanas" venceu concurso Exercícios Urbanos, Portal Literal. Ligações da Rua é o seu primeiro livro, publicado em 2009. Colaborou com textos curtos para as revistas Paralelo 30, Storm Magazine (Europa), Germina e Novas Visões de São Paulo. Passou a adolescência em Santa Luzia (MG) e Osasco (SP). Teve filho em Manaus (AM) e viveu em Sorriso (MT). Por enquanto, mora em Porto Alegre com seus dois filhos, Matheus e Karla.


Além de participar do Book Tour de Terra Ardente que a própria autora está organizando, estou tentando conseguir um livro para sorteio em parceria com mais alguns blogs. Então, torçam para que dê tudo certo, e que alguém possa levar para casa um exemplar em breve.
Quer conhecer mais sobre a obra?

Karen tem má fama na cidade. Envolvida com corridas de cavalo, dívidas que podem levá-la à falência e uma vida afetiva que segue a regra dos três encontros e nunca mais, ela não pode fracassar. No seu encalço, dois fazendeiros ambicionando tomarem-lhe a propriedade. Com a vida em risco e sozinha num lugar hostil, ela tenta sobreviver e cuidar da avó e do filho. Se for preciso, seduzirá o delegado de polícia de Matarana para protegê-la – um caubói da lei que se comporta como um xerife durão do velho-oeste americano. Mas Karen não é a única mulher em apuros. A jornalista Nova Monteiro investiga um latifundiário suspeito de aliciar trabalhadores. Abandonou o sudeste para ficar ao lado do homem que ama desde a infância. Um amor que tem tudo para não se concretizar. O que Nova não sabe, porém, é que, segundo boatos, a chuva de cinzas na estação do estio não é somente das queimadas, mas também dos corpos dos forasteiros que se metem com os poderosos da região. Assim, ela faz duas descobertas: que luta pela causa errada e que o amor verdadeiro é um sentimento bruto que pode nascer do medo. Matarana, a cidade das aparências, onde nem sempre o mocinho é bom e o vilão, mau. Um faroeste moderno com mulheres fortes, homens destemidos, pistoleiros, matadores de aluguel e paixões devastadoras. A humanidade posta à prova em situações-limite.


2ª) A autora Paula Ottoni, que também organizou um Book Tour do qual o Conjunto da Obra participa, conforme contei aqui, acabou de colocar no ar seu site oficial. Lá vocês encontrarão mais sobre a autora, seus contos, poemas e os livros que escreveu e ainda serão publicados. É só acessar: http://www.paulaottoni.com/


3ª) A autora Valentine Cirano, parceira aqui do blog, informou que agora conta com o apoio de uma Acessora de Imprensa, o que significa que mais novidades devem vir por aí. Algumas novidades que podem ser adiantadas é que a autora estará presente na Bienal do Livro de São Paulo em agosto e também lançará, no mesmo mês, um livro infantil e outro infanto-juvenil pela editora Giostri.


4ª) A Aped, junto com Roxane Norris, está realizando mais um concurso literário. Mediante o sucesso que foi o primeiro concurso literário e os pedidos para que fossem realizados outros, deu-se início a mais um concurso literário. Mas, dessa vez, com um tema mais picante: Contos Policiais. O que não vai faltar é inspiração. Cada um dos escritores tem, dentro de si, um pouco de Sherlock Homes, Agente 88, Law & Order, 007, Agatha Christie, Fernando Banassi, Marçal Aquino, Marcílio Moraes, João Emanuel Carneiro. Seja lá com muito sangue, suspense, humor, ou até mesmo uma vivência pessoal, os participantes terão um conto para escrever. Os escritores que desejarem participar terão do dia 02 de junho até o dia 31 de julho para enviar o seu conto. Serão escolhidos 30 contos para fazerem parte da coletânea Contos Policiais.  O livro será lançado em setembro, no Rio de Janeiro.Saiba mais sobre o regulamento no blog da Aped http://apededitora.blogspot.com.br/




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Melhor Amigo ou Namorado? - Babi Lorentz

Sinopse: Camila e Gustavo são melhores amigos. Se conhecem desde bem novinhos e não conseguem se ver um sem o outro. Camila descobre-se apaixonada por Gustavo e, ao se declarar, recebe a maior decepção de sua vida como troco. Mesmo assim, ela não desiste do melhor amigo. Permanece por perto fazendo o papel que sempre fez, até que ele também percebe que o que sente por ela não é nada do que antes ele imaginava. (Skoob)
LORENTZ, Bárbara. Melhor amigo ou namorado? Independente, 2011. 39 p.

Conhecendo cada defeito e qualidade de Gustavo, seu melhor amigo desde o Jardim de Infância, Camila logo percebeu que era ele: o cara com quem dividiu toda a sua vida até então era exatamente o mesmo com quem queria viver o resto dela. O sentimento, que aos poucos foi se transformando, já transbordava dela, a ponto de que não havia mais como guardar para si mesma. E poucos dias depois de se declarar, Gustavo lhe dá uma grande decepção. Uma atitude que ela não poderia esperar vindo daquele que era seu melhor amigo.

"[...] Não conseguia entender ainda que o amor estava tomando conta dele. Mesmo admitindo amar, mesmo dizendo as palavras, não sabia o que era sentir aquilo porque nunca antes havia passado por uma situação daquelas. Mas ele sabia, acreditava verdadeiramente que o amor é um sentimento de uma vez só. Você sente e fim. Isso não se repete, não pode se repetir. [...]"
Melhor Amigo ou Namorado?, de Babi Lorentz, tem uma sinopse curta, e é um livro curto. Se passar desse ponto, corre-se o risco de soltar spoilers, mas acredite: a surpresa e o desconhecido é o que faz desse livro ainda mais gostoso. Comecei a lê-lo, em e-book, enquanto esperava minha carona ao fim do expediente de uma sexta-feira, e não pude mais desgrudar. Após o primeiro capítulo eu já havia sido sugada para dentro da história de tal forma que cheguei a imprimir algumas páginas para poder ler enquanto não chegava em casa. Terminei o livro em poucas horas.

A linguagem cotidiana utilizada na obra não tira seu brilho, já que a dinâmica inteligente do texto foi feita de maneira a nos deixar ainda mais ávidos pelas próximas páginas. Escrito prioritariamente com base em saltos temporais, esse recurso estilístico do livro não confunde, e o vai e volta permite que preenchamos as lacunas da história com as pistas deixadas por Babi e por nossa imaginação. Além do mais, o cuidado gramatical e ortográfico presente na escrita é digno dos melhores escritores e revisores.

Apesar de a história possuir apenas os personagens principais e mais um ou dois secundários, o contexto não fica de maneira alguma fraco, e não há necessidade de mais que isso. Eu me apaixonei pela amizade de Camila e Gustavo, era como se só houvesse verdade presente ali, e o amor florescente entre os dois é puro e límpido. Uma pena que eles mesmos se prejudicassem em relação a isso, mas tudo tem a hora certa, não é mesmo?

Claro que como toda história, alguns pontos talvez pudessem ser melhorados: acho que ficou pouco claro como Ana e Gustavo se relacionavam durante aqueles dois anos, como se desenrolou aquela noite fatídica na vida dos dois. Porque, sem bons motivos, não consigo conceber a ideia de se envolver com alguém sem ter vontade disso, ainda mais por tanto tempo. Ressalto, porém, que isso foi um detalhe que fiquei pensando apenas depois de terminar o livro. Eu queria saber mais, queria detalhes que durante a leitura não me vieram, e que eu tive de construir sozinha. Mas a obra foi tão encantadora, tão doce e carregada de emoções que, pensando bem, esses detalhes não foram imprescindíveis.

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Especial #2: Os (quase) Namorados da Ficção


Dia dos namorados, o amor está no ar! Quem tem um parceiro neste dia normalmente fica até mais feliz por esse simples fato, não é mesmo?  Pois é, mas há alguns que não têm essa mesma sorte, e acabam passando a data sem um companheiro amoroso por perto. (Eu sempre acabo pensando no não convencional, viu?)

E para homenagear essas pessoas que estão sozinhas no dia de hoje é que eu resolvi fazer esse Especial, tentando listar alguns dos nossos personagens da literatura que acabaram se tornando os não namorados. O rejeitado do triângulo amoroso, aquele que não ficou com quem queria por um empecilho, seja lá qual for o motivo, já que eles cumpriam todos os quesitos, mas... bom, vocês sabem.

Pode ter alguns spoilers, então, cuidado, ok?



Jacob - Saga Crepúsculo

Não é segredo para ninguém que a paixão de Bella por Edward foi instantânea. E quem acabou sendo prejudicado nisso foi Jacob, apaixonado pela garota, mas que era visto apenas como um ombro amigo, que serviu para tirá-la da fossa. Nem o amor do casal protagonista impediu que Jacob continuasse sempre ao lado de sua amada, até os últimos instantes...




Mikael Blomkvitz - Trilogia Millenium

Apesar da "amizade colorida" que teve com Lisbeth Salander nos livros da Trilogia Millenium, Mikael passou bem longe de ser um namorado, já que se tratava apenas de sexo (simples assim). Não namorados, inclusive, foi algo bem comum nessa série de livros, já que Mikael também tinha um caso com Erika Berger e Lisbeth com Miriam Wu e sabe-se lá quais outros.






Jesse - Série A Mediadora

Jesse é perfeito, é fofo, é o gatinho que toda garota queria ter ao seu lado. Galanteador, um perfeito cavalheiro, e com um sotaque espanhol que poucas resistiriam. Então, por que não namorá-lo? Simples: Ele é um fantasma.




Rudy - A menina que roubava livros

Desde que Liesel foi morar na casa de Rosa Hubermann, Rudy se tornou seu maior companheiro de encrencas, aventuras e brincadeiras. O ruivinho encanta os leitores com seu jeitinho moleque, e os beijos que pedia a Liesel nunca eram levados à sério pela garota. Essa amizade tão linda que nasceu na infãncia tinha tudo para se tornar uma história de amor incrível. Mas a própria história acabou por separá-los.


Adrian - Série Academia de Vampiros

Adrian nunca escondeu seu interesse na dampirinha protagonista da história da série Academia de Vampiros, Rose, apesar de nunca ser levado à sério, já que estava, na maior parte do tempo, bêbado. Outro ponto que o impedia de tomar seu espaço no coração da garota era que ela já era completamente apaixonada por Dimitri, seu professor. Com a convivência, Adrian vai conquistando seu espaço junto a Rose, mas... ele não estaria nesta coluna se não fosse de outro modo.


Emma  - Um Dia

Como mostrado nos capítulos do livro, que narram os acontecimentos de ano em ano, Emma era totalmente apaixonada por Dexter muito antes de entrar de verdade em sua vida. Só que o destino pregou tantas peças nela que já tinha se habituado a viver na condição de apenas amiga. Mas quando se fala do destino, nada é o que se espera, e ele ainda prega mais peças, mudando tudo de novo. A história, nesse caso, foi diferente, mas eles ficam tanto tempo sendo não namorados que podem entrar nessa lista.

Claro que existem vários outros personagens na mesma situação, mas são tantos triângulos amorosos que é impossível citar todos, afinal, sempre vai sobrar um nessa confusão.
Peraí! Eu disse sempre? Não mesmo!



Esperta é a Zoey, que já teve quatro namorados durante a série House of Night - e não, ela não é só namoradeira. Foram pelo menos três ao mesmo tempo.









Uns com tanto, outros com tão pouco. Mas afinal, são as peripécias do amor.

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Conjunto de Ganhadores #4

Oi Pessoal, como vocês estão?
Hoje vim mostrar para vocês mais duas ganhadoras de Promoções aqui do Conjunto da Obra:




A Nana, que mora em Duque de Caxias, foi sorteada na Promoção Plano de Voo, livro da autora parceira Valentine Cirano, e recebeu o prêmio no comecinho do mês passado. Peguei a foto no blog dela, já que ela autorizou.

Nana, obrigada pela foto e participação, espero que a leitura traga mais conhecimento para sua vida.
Um beijão!

 ~~*~~*~~
  



Essa é a Virginia, uma das ganhadoras da Promoção de Aniversário aqui do Conjunto da Obra. Ela recebeu em Janauba, Minas Gerais, o livro O Menino que Colecionava Sonhos e um kit de marcadores.
Ainda há mais sortudas dessa promoção, estou no aguardo das fotos.

Virginia, meus parabéns, espero que a leitura seja deliciosa!



~~*~~*~~



Outra sortuda sorteada na promoção de aniversário do blog foi a Rayra, que levou para Maringá, no Paraná, O Chamado Selvagem.
Obrigada pela participação também, e curta esse Buck fofo :D


E para os que estão sempre aqui no blog, fiquem atentos, pois em breve haverá mais promoções!

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O menino que colecionava sonhos - Darlan H. Soares

Sinopse: O Menino que Colecionava Sonhos conta a história de Antony, um garoto de oito anos, pobre, que sofre com o alcoolismo da mãe, Sophia, e a humilhação dos colegas de escola. Amigos ele só tem um, Tommy, um garoto que assim como ele sonha em ser feliz. Antony não tem brinquedos e nem perspectivas, mas ele tem um ótimo coração e a pureza que só as crianças têm. A mãe um dia lhe disse que ele não deveria se preocupar em realizar seus sonhos e sim ajudar as outras pessoas a realizarem os seus. E por que não? Antony descobre que ajudar aos outros pode ser muito mais divertido que ele pensara, e descobre que ver as pessoas felizes é a melhor maneira de sentir-se feliz. Venha aprender como ser feliz fazendo os outros felizes. Aprenda com Antony lições de amor, companheirismo e dedicação.
Um livro emocionante, capaz de mudar o mundo em que vivemos. (Skoob)
SOARES, Darlan Hayek. O menino que colecionava sonhos. Lih Editora, 2011. 142 p.

Antony era um garoto de oito anos, muito simples, que vivia com a mãe em um bairro pobre da cidade. Ela, que trabalhava toda noite em um bar para poder sustentar-se e pagar uma boa escola para o filho, só permanecia sóbria às segundas-feiras, seu dia de folga, dia que o garoto esperava ansiosamente a semana inteira.

Na escola, Antony era desprezado e injustiçado por todos por ser pobre, e sentia-se cada dia mais triste com a situação da mãe e de sua vida. O único amigo que tinha, Tommy, só o via nos finais de semana, quando não passavam um minuto separados. Cheios de sonhos, os dois imaginavam e viviam diversas aventuras, desbravando lugares antes desconhecidos até chegarem às fronteiras do bairro vizinho.

Em uma segunda-feira, após um passeio com a mãe, Antony se inspirou em algumas palavras dela e resolveu que buscaria sua felicidade tentando fazer os outros felizes. Para isso, colecionaria os sonhos de todos e tentaria realizá-los. Começou a anotar, então, em um pequeno caderno, sua coleção de sonhos. E com a ajuda de pessoas que ele nem ao menos esperava, degrau por degrau, vai alcançando coisas que não poderia imaginar.

"- Eu queria ter muitos livros!
- Você terá meu filho, na hora certa você terá; mas não procupe-se tanto com você, preocupe-se com os outros. Nunca tenha tantas esperanças, assim você evita se decepcionar. Quando você ajuda as outras pessoas, você as faz feliz, e fica feliz também, agora, se você se concentrar nos seus próprios desejos, você pode se machucar quando não conseguir o que quer." (pág. 11)
 

O menino que colecionava sonhos, de Darlan Soares, é uma uma obra que mostra a doçura da infância, mesmo na maior escuridão que vida possa nos colocar. Mostra que os sonhos são os responsáveis por nos impulsionar para o que desejamos e que, sem eles, lugar nenhum é o suficiente. É impossível deixar de notar, também, que, como abordado no livro, muito do que alcançamos só é assim pois nos unimos a outras pessoas que contribuem com aquilo que podem; que se pensarmos apenas em nós mesmos, ninguém chega às situações desejadas.

Adorei os garotos, personagens bem construídos, dos quais eu podia ver cada sorriso e cada angústia perpassada em seus rostinhos. Achei um pouco estranha a maturidade de Antony, mesmo quando bem mesclada com sua inocência, pois não sei se um garoto de oito anos poderia ser assim tão responsável. Claro que nunca conheci uma criança com tantos problemas quanto ele, que necessitava cuidar de si mesmo por questão até de sobrevivência, então não posso julgar a veracidade disso. Também achei um pouco descabido o preconceito generalizado por Antony em sua escola. Crianças normalmente tendem a ignorar essas diferenças sociais, pelo menos as que eu conheço; e uma professora agir de maneira tão escancarada não faz também muito sentido, mas acho que, nesse caso, era para dar um ênfase nas consequências que isso trazia para a vida de Antony.

Literariamente falando, a obra ainda teria alguns detalhes a serem aprimorados. Mesmo com o bom vocabulário de Darlan, encontrei uns erros de gramática que me incomodaram um pouco. Ressalto que eu estou ainda mais detalhista que o habitual, por estar estudando muito o português, e que mesmo as coisas mais minúsculas saltam aos meus olhos ultimamente; o problema, ao meu ver, é que foram bastantes dessas coisas minúsculas nessa obra.

O livro é fininho e gostoso de se ler, mas, em algumas partes, faltava profundidade. Algumas cenas só estavam lá para dar continuação e volume à história, mas não havia sentido em existirem, já que não tinham relação com nada que tivesse acontecido antes, nem serviam para introduzir algo que viria mais tarde, como acontece quando Tommy tem um pesadelo com seu pai. Também não tem muita lógica a cena em que a mãe de Antony acha o caderno do menino, já que ela nem sabia da existência dele, como saberia que havia algo para procurar?

Adorei a leitura e achei o livro fofinho demais, que me fez pensar sobre algumas coisas da vida, já que trata de situações tão corriqueiras e que nem sempre se dá atenção. Talvez tenha faltado um pouquinho mais de desenvolvimento na escrita do mesmo, uma lapidada em uma obra que tem doçura e criatividade de sobra.

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Valeapenalerdenovo #5



Livro da vez: Febre Negra
Autor(a): Karen Moning
Onde comprar: CulturaSaraiva
Mais informações: Skoob

  • Porque ler Febre Negra?
Estória muito contagiante, cheia de intrigas e mistérios;
A protagonista é forte;
Há muita química entre os protagonistas;
A protagonista não pensa apenas no seu par romântico, apesar de um ambiente sexual bastante propício;
A estória flui bem e se passa bem rápido, com um ritmo perfeito;
O livro te atrai de maneira indiscutível;
O livro não é apenas fadas, mas é possível encontrar de tudo (Ok, eu gosto disso!);
A narrativa é gostosa, se apegando aos detalhes certos, dando vazão à sua interpretação;
Personagens maldosos na medida certa (adoro personagens maldosos).

  • Porque não ler  Febre Negra?
A protagonista parece uma Baibie (pelamordedeus!);
O final não é amarrado, parece que ainda tem mais coisas a acontecer no livro;
Senti falta da opinião do protagonista masculina.


O que vocês acharam? Sua opinião é super importante para nós.
Boa leitura e até mais.




Sobre a colunista: Carol Couto


21. Estudante de engenharia sanitária e ambiental. Baiana.
Adora ler livros de fantasia, YA e mais um tanto, ouvir música, dormir, comer, tomar chás e sucos, conversar, viajar. 
Tem uma queda por gatos pretos.
Dona do blog #Resenha falada.



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